Aula 25 Poluição Marinha por Plásticos II

TEMA: Poluição Marinha por Plásticos II

Nossa aula foi: sexta-feira, 10 de maio de 2024. Retomada sexta-feira, 17 de maio de 2024.

EIXO TEMÁTICO

Investigação, estudo e pesquisa

 

HABILIDADES

Selecionar fontes de pesquisa de forma segura de acordo com a problemática em estudo.

 

OBJETIVOS DE CONHECIMENTOS

Literatura dentro do projeto científico

 

CONTEÚDO

Literatura dentro do projeto científico

 

METODOLOGIA:

O objetivo dessa aula é realizar leitura e extrair tópicos frasais do texto selecionado para a problemática da pesquisa.

Para tanto, nos serviremos de aula prática em que os alunos realizarão a leitura de um fragmento poluição marinha por plásticos e o direito internacional do ambiente. Esses tópicos frasais servirão para compreensão da temática e para produção textual do relatório final da pesquisa.

 

MATERIAL:

ZANELLA, Tiago Vinícius. Poluição marinha por plásticos e o direito internacional do ambiente. In RIDB, Ano 2, nº 12, 2013. (pág. 14475-14476)

 

INTRODUÇÃO AO PROBLEMA II

4. Sendo assim, precisamos entender que as grandes correntes de superfícies dos oceanos são formadas sobretudo pelo chamado Efeito Coriolis. Esta é uma força que, sem maiores digressões acerca de seu conceito físico exato, tem grande influência nos oceanos formando grandes giros na superfície dos mares. No hemisfério norte, estes giros possuem uma rotação em sentido horário, enquanto no hemisfério sul, o sentido é anti-horário. Ou seja, as correntes marítimas são influenciadas por esta força Coriolis que forma enormes vértices na superfície dos oceanos.

5. Ocorre que toda poluição terrestre que é despejada nos mares, ou é dissolvida ou acaba caindo nas correntes marítimas e são transportadas pelos oceanos. Com a formação destes enormes giros oceânicos, todo material plástico, que não é dissolvido, vai sendo acumulado em seu interior. Isto é, forma-se uma zona de convergência, como “uma rodovia de entulho”, que transporta o lixo plástico até o interior destes giros. É uma questão física, na qual os detritos são transportados pelas correntes e despejados em seu interior. Pode levar vários anos para que os resíduos alcancem esta área, dependendo de sua origem. O plástico pode ser trazido desde o interior dos continentes através de esgotos, regatos e rios, ou pode simplesmente vir da costa. De qualquer maneira, pode ser uma viagem de seis ou sete anos antes de rodar na mancha de lixo. Como afirma Joep Koene, “deste modo, os materiais plásticos ficam a flutuar em torno destes giros por anos até acabarem no centro do que chamamos de “sopa de plástico”.

6. A primeira vez que se teve a real dimensão do problema foi em 1997. Quando o americano Charles Moore e sua tripulação, após participarem de uma regata, voltavam de catamarã do Havaí para o sul da Califórnia. O capitão decidiu alterar o curso e experimentar uma nova rota, um pouco mais ao norte, passando pela borda do chamado Giro Subtropical do Pacífico Norte, uma grande área do oceano que, apesar das águas calmas, normalmente era evitada pelos marinheiros. Nesta região, Moore encontrou praticamente todo objeto possível de ser feito com plástico:

“Na região oriental do Giro ele [Charles Moore] encontrou uma quantidade substancial de lixo, principalmente plástico, espalhados por toda a área. Hoje comumente chamado de Grande Mancha de Lixo do Pacífico, a enorme sopa de plástico (que se estende da superfície à coluna d’água) contém de tudo, desde redes de pesca abandonadas (redes fantasmas), garrafas de plástico, tampas de garrafas, escovas de dente, containers, caixas, além de minúsculas partículas de plástico que foram reduzidas pela ação das ondas ou pela luz solar (fotodegradação)”.

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒

Registro no caderno dos tópicos frasais elaborados com base na leitura do texto.

 

🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒

Registro no caderno de palavras-chave encontradas na leitura do texto.